Ceds-Rio recebe casal gay agredido que diz ter sido vítima de homofobia na Tijuca

Ceds-Rio recebe casal gay agredido que diz ter sido vítima de homofobia na Tijuca

De acordo com a coordenadoria, o casal receberá apoio jurídico e psicológico
    Do R7

O casal relata que não consegue entrar mais em sua casaReprodução/Record TV Rio
A Ceds-Rio (Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual do Rio) recebeu, na terça-feira (2), no Palácio da Cidade em Botafogo, zona sul da cidade, o casal que sofreu agressões e diz ter sido vítima de homofobia. O evento contou com a presença de diversos órgãos de direitos humanos, entre eles, advogados, promotores, e representantes da Comissão de Direitos Homoafetivos da OAB-RJ, além de líderes dos movimentos sociais.

O caso aconteceu em uma vila na Tijuca, zona norte do Rio. De acordo com Flávio Micelis, não houve motivos para a sua agressão e a de seu marido. Ele relatou que foi agredido por cerca de 20 homens quando tentava deixar sua residência para ir para casa de sua irmã. Ele disse que uma festa acontecia no momento das agressões.
— Me deram muitos socos nas costas, na cabeça, eu fiquei muito desorientado, não sabia o que fazer. Caí no chão, eles me deram chutes, pontapés, e eu estou cheio de dores até hoje.
Segundo a Ceds-Rio, seus servidores farão a intermediação junto ao corpo jurídico e técnico para apoiá-los, inclusive, com direcionamento para ajuda psicológica. A coordenadoria também informou que a delegada Rita Salim de polícia também esteve presente na reunião.
A Ceds informou que o superintendente  da grande  Tijuca,  José  Henrique  Júnior, esteve no encontro e se comprometeu ajudar  o casal, havendo sido acordado inclusive uma ação  educativa na região, que contará com a distribuição de material educativo contra LGBTfobia e uma palestra de sensibilização com os líderes  sociais. O casal ainda  não foi assistido  por um advogado criminal, ao que a coordenadoria se prontificou em buscar essa demanda junto a OAB.
2016 sangrento
De acordo com dados levantados pelo GGB (Grupo Gay da Bahia), 2016 foi o ano com maior índice de mortes de pessoas LGBT's em 37 anos, quando o grupo começou a mensurar esse tipo de crime. A pesquisa do GGB informa que cerca de 343 LGBTs foram assassinados por motivos de ódio no último ano, dentre esses homicídios, cerca de 170 foram de homens gays. Segundo o levantamento, morre um LGBT a cada 25 horas no Brasil. 

Fonte: R7




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COMENTÁRIO DESTE BLOGUEIRO



Minha sugestão de ação é muito simples, mas extremamente eficaz:


Investigação, 

punição aos culpados 

e indenização paga pelo condomínio.

Isso é o mínimo que pode ser feito. JUSTIÇA!

Fica a dica!

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