Malafaia é alvo de investigação da polícia federal.

Por Sergio Viula

Estávamos eu e Andre nos preparando para tomar café nesta manhã, quando a TV Globo começa a falar sobre a operação Timóteo que a polícia federal deflagrou para investigar um esquema de corrupção que incluía venda de informações sigilosas sobre o pré-sal.

De repente, quem é citado como tendo sido conduzido coercitivamente o SANTARRÃO do SILAS MALAFAIA. Paramos tudo e fomos procurar saber mais. Já tem vários jornais falando sobre o assunto que começou a bombar há cerca de 30 minutos.

Eu não podia deixar de dar nota aqui no Fora do Armário, afinal não é de hoje que eu digo que se investigar as contas das igrejas e suas organizações, a polícia vai achar lavagem de dinheiro de tudo que é tipo - desde de dinheiro de corrupção até dinheiro de tráfico de drogas e de armas.

Tomara que essa investigação seja só o começo de uma verdadeira devassa nas contas desses picaretas.






VEJA A NOTÍCIA DA FOLHA DE SÃO PAULO:


Malafaia é alvo da PF em operação contra fraude em cobrança de royalties


Ed Ferreira/Folhapress
Malafaia é alvo da PF em operação que investiga cobrança de royalties de minério

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (16) uma operação que mira uma suposta organização criminosa investigada por corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral.
Segundo a Folha apurou, entre os investigados está o pastor Silas Malafaia, que teria participado da lavagem de dinheiro por supostamente ter recebido valores do principal escritório de advocacia responsável pelo esquema. Ele é suspeito de emprestar contas da instituição dele para ajudar a ocultar dinheiro.

De acordo com fontes da PF, ele foi alvo de condução coercitiva.
A PF informou ainda que estão sendo realizadas buscas e apreensões em 52 endereços diferentes ligados a suposta organização criminosa em 11 estados e no Distrito Federal.

Além das buscas, estão sendo realizadas 29 conduções coercitivas, quatro mandados de prisão preventiva e 12 mandados de prisão temporária.

O objetivo da operação é que com as provas coletadas nesta sexta a PF tenha detalhes na maneira que de como funcionava "um esquema em que um diretor do DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral) com informações privilegiadas a respeito de dívidas de royalties oferecia serviços de dois escritórios de advocacia e de uma empresa de consultoria a municípios com créditos de CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais) junto a empresas de exploração mineral.

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