Julia Roberts faz aniversário e pede um presente inusitado

Com informações do Gay Star News
Tradução e adaptação por Sergio Viula

Julia Roberts engajada no combate ao bullying contra LGBT


A linda e talentosa Julia Roberts está pedindo aos fãs que lhe deem um presente de aniversário muito inusitado.

Aos 48 anos de idade, a eterna "Pretty Woman" (Uma Linda Mulher), esteve na noite de Premiação do GLSEN chamada GLSEN’s Respect Awards, realizada no hotel Beverly Wilshire em Los Angeles na sexta-feira passada. O GLSEN é uma organização que promove ações de combate ao bullying.

Ela compareceu ao evento para apresentar o prêmio chamado Visionary Award que foi entregue a Jess Cagle, o diretor editorial do grupo Time Inc.’s Style & Entertainment.

‘Tenho o prazer de todo ano apoiar o GLSEN,’ disse Julia Roberts. 'Eu amo essa noite. Eu disse às crianças nos bastidores... que essa é minha terceira noite favorita do ano — e a primeira e a segunda, mas não contem a ninguém.’

‘Mas uma dessas três noites poderia ser meu aniversário, que é na próxima sexta', complementou a premida atriz. ‘Se você acordarem na próxima sexta e pensarem: o que eu poderia dar a Julia pelo seu aniversário? Nesse caso, doem para o GLSEN. Eu vou completar 49 anos, então uma doação de 49 dólares seria maravilhosa. Obrigado.’


Julia Roberts apoia o GLSEN

GLSEN significa "Gay, Lesbian, & Straight Education Network", isto é, Rede para Educação de Gays, Lésbicas e Heterossexuais. Ela é uma organização americana que busca resolver problema com a juventude na escola, tais como discriminação, assédio e bullying baseado na orientação sexual, na identidade de gênero e na expressão de gênero das pessoas.

A premiação anual do GLSEN tem o objetivo de honrar indivíduos e organizações que ajudam a tornar a vida da juventude LGBTQ melhor.

No Brasil, ainda tem muita gente que faz de conta que a dor alheia é refresco. 

Diga não à tentativa de deputados fundamentalistas e outros conservadores de impedir que se criem ambientes saudáveis e seguros para as crianças e jovens no que diz respeito a suas identidades. 

Diga sim à inclusão de discussões sobre gênero e orientação sexual que contemplem a autonomia do indivíduo, o direito de ser ele mesmo sem assédio por parte de quem quer que seja - colegas, professores, diretores e/ou outros personagens do ambiente escolar.



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