Meu nome é Amanda #trans #mandycandy #youtube - uma linda youtuber trans arrasando nas livrarias agora

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I.S.B.N.: 9788568432730
ALTURA: 21.00 cm
LARGURA: 14.00 cm
PROFUNDIDADE: 0.20 cm
NÚMERO DE PÁGINAS: 136
IDIOMA: Português
ACABAMENTO: Brochura
ANO DA EDIÇÃO: 2016
PESO: 0.151 Kg
NÚMERO DA EDIÇÃO: 1


Está mais barato na Saraiva no momento desse post (15,60 em vez dos 19,50 que eu paguei na livraria). Aproveitem, amigas e amigos: 
http://www.saraiva.com.br/meu-nome-e-amanda-9359043.html


Descrição:

Com mais de 245 mil inscritos em seu canal no Youtube e vídeos que alcançam mais de um milhão de visualizações, a youtuber Mandy Candy conta sua história em livro. Nascida em Gravataí, no Rio Grande do Sul, Amanda nasceu num corpo de menino do qual sempre se sentiu desconectada. Ela juntou dinheiro e aos 19 anos, com o apoio da mãe, foi para a Tailândia fazer a cirurgia de redesignação sexual. Em seu canal no Youtube, ela fala, entre outras coisas, sobre feminismo e identidade de gênero, e faz enorme sucesso entre os adolescentes. No livro, Mandy conta tudo sobre bullying, sua fase de transição e sua trajetória até se tornar uma das youtubers mais conhecidas da internet.





Nota pessoal:

Quarta-feira passada, eu estava esperando o Andre sair de um compromisso no centro da cidade, quando entrei na Livraria Saraiva da rua 7 de Setembro para comprar uma lembrancinha para um primo (considerado sobrinho) que fez sete anos há poucas semanas. Eu não tinha ido à festinha dele, mas teríamos um almoço na casa dos meus pais e eu queria aproveitar para dar a ele um kit de pintura com diversos lápis de cor, lápis de cera, tinta guache, etc. Tudo da Hot Wheels. Ele adorou, diga-se de passagem. Mas quando eu já ia saindo da loja, vi de relance, os livros da Amanda numa prateleira onde eles estavam sozinhos, mas não muito visíveis para quem entrava na loja. Peguei um e voltei ao caixa.

Quando Andre saiu do prédio, fomos tomar café no BarMAM (um restaurante e cafeteria no Museu de Arte Moderna) no Aterro do Flamengo. Depois que nos sentamos, entreguei o livro a ele com papel de presente e dedicatória. ^^

Ele ficou surpreso, porque não era uma data especial nem nada. 

Começou a ler no mesmo dia, enquanto me esperava mais tarde num compromisso de trabalho também, só que meu agora.

Quando saí, ele já tinha lido umas 70 páginas e estava fascinado pela Amanda (a famosa Mandy Candy do YouTube). Terminou a leitura no dia seguinte, menos de 24 horas depois de começá-la, porque não conseguia largar o livro.

Por isso, recomendo muito o livro dessa linda garota transexual que está fazendo um belíssimo trabalho tanto em vídeo como na página impressa agora.

Fico feliz em ver uma mulher transexual fazer acontecer. Já vi muita gente reclamar da falta de representatividade transexual, especialmente feminina na literatura LGBT do Brasil (adoro usar o termo), mas a Amanda fez exatamente o que eu sempre disse: Só vai ter literatura escrita por pessoas transexuais quando elas e eles a escreverem. Só vai ter quando elas e eles enviarem seus manuscritos para as editoras. Ou quando fizerem como muitos gays, lésbicas e bissexuais que eu conheço: financiarem o seu livro com recursos próprios ou crowdfunding. De qualquer maneira, a iniciativa tem que partir de quem quer fazer a diferença. Amanda fez e fará muito mais ainda, tenho certeza.

Vejam as datas das tardes de autógrafos que ainda estão para acontecer e compareça. :) Vai ser bárbaro!

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