Buenos Aires passa a ter cota para funcionários transexuais

Província de Buenos Aires cria cota para funcionários transexuais

Câmara dos Deputados determina que 1% dos funcionários públicos sejam "trans"

 


Pelo menos 1% dos funcionários da província de Buenos Aires, onde moram 39% dos argentinos, deverão ser do coletivo travesti, transexual, trans ou transgênero, caso seja aprovado projeto de lei em discussão. A Câmara dos Deputados dessa província aprovou nesta quarta-feira à noite uma iniciativa que garante a cota. Para virar lei, precisa de aprovação também no Senado de Buenos Aires.
“Existem problemas que temos que resolver a respeito da inserção laboral, tanto no âmbito privado quanto no setor público, e precisamos continuar a despertar a consciência cidadã para atingir a real igualdade de oportunidades”, declarou a deputada que promoveu o projeto, Karina Nazábal, da kirchnerista Frente para a Vitória (FpV). Foi no Governo de Cristina Fernández de Kirchner que a Argentina aprovou nos últimos quatro anos a lei de casamento de pessoas do mesmo sexo e a lei de identidade de gênero, que permite que cada pessoa defina o sexo (masculino ou feminino) que quiser em seu documento. Mas paras muitos transexuais é difícil conseguir emprego na Argentina, e centenas deles terminam se prostituindo em ruas e parques.

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