Luiz Henrique Coletto: O movimento LGBT e a mídia: tensões, interações e estratégias no Brasil e nos Estados Unidos





Luiz Henrique Coletto (via Facebook)



Amigas e amigos, disponibilizando a versão digital da minha dissertação. É estranho que agora eu também possa ser encontrado numa biblioteca, mas... sim, agora estou lá, junto a milhares de outros trabalhos. Esta imagem que aparece aqui é apenas uma ilustração sobre o tema, utilizando um exemplo brasileiro e outro estadunidense. A razão é que minha pesquisa tratou da relação entre o movimento LGBT e a mídia nestes dois países, uma espécie de estudo comparado, embora com limitações que são discutidas no texto. Para quem quiser ler ou baixar o trabalho, eis o link curto via Google: http://goo.gl/lQlTS

O título da dissertação é "O movimento LGBT e a mídia: tensões, interações e estratégias no Brasil e nos Estados Unidos". Nele há seis capítulos, sendo o primeiro a típica discussão do tema da pesquisa, o que eu queria entender, a revisão de literatura e, no meu caso, uma discussão específica da construção metodológica que fiz; isso é importante porque meu trabalho de campo nos EUA foi usado de forma específica para a pesquisa, mais como um tensionamento do que como elemento de comparação amplo em relação ao Brasil. Nos capítulos seguintes, eu discuto o trabalho de campo que fiz numa organização LGBT de "ativismo na mídia" dos Estados Unidos (cap. 2 e 3) e, então, a relação entre o movimento LGBT brasileiro com a mídia e a imprensa do Brasil (cap. 4 e 5), utilizando entrevistas que fiz com ativistas, jornalistas e pesquisadores daqui. Por fim (cap. 6), discuto o tema em conjunto, pensando as diferenças de trajetória dos dois movimentos em cada país, as quais se relacionam com o modo como os ativistas lidam com a mídia.

Um aspecto que, me parece, pode interessar aos colegas ativistas diz respeito às questões de fundo que explicitam o modo como as organizações e seus ativistas atuam nos dois países. Isso vai além do tema da mídia, portanto. Essas questões são, por exemplo, a profissionalização do ativismo, as fontes de financiamento, as relações com o Estado, o mercado e os partidos políticos, bem como a própria noção do que é ser um ativista.

Uma dica para quem quiser ler trechos específicos é consultar o começo de cada capítulo, em que faço um breve sumário do que aparece nele. As páginas 28 e 29 também contém um resumo amplo do que aparece na dissertação toda.

Espero que, a quem interessar, a leitura seja proveitosa. Abraços.

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COMENTÁRIO DESTE BLOGUEIRO

Luiz Henrique Coletto é um jornalista, ativista LGBT independente e vice-presidente da Liga Humanista Secular do Brasil (LiHS), eleito em 2013 para mandato iniciando em 2014. Incrível como alguém tão jovem já tem tanto conteúdo, experiência e competência. 

Parabéns, Luiz!

Aos leitores da dissertação, boa leitura (certamente será mais que isso).




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