TEM ALGUEM QUE NOS ODEIA



TEM ALGUÉM QUE NOS ODEIA


Peça que fala sobre Violência contra o homossexual.


Você é fundamental para este espetáculo acontecer.
A equipe está em campanha de arrecadação no site Catarse.

Para entrar neste time e fazer a sua doação, a partir de R$10,00 é só acessar o link catarse.me/temalguem

Veja a entrevista para o Mix Brasil:
http://mixbrasil.uol.com.br/cultura-gls/teatro/espetaculo-que-discute-homofobia-recebe-doacoes-para-chegar-aos-palcos-paulistanos.html

Foto por Rodrigo Negrini


Sobre a peça
SINOPSE


“Tem alguém que nos odeia”, thriller escrito em 2011 por Michelle Ferreira foi finalista do “Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia Antônio José da Silva (2011)”, premiação esta realizada numa parceria entre a FUNARTE e o Instituto Camões. A peça aborda a relação privada e amorosa de duas mulheres, Maria, brasileira, e Cate, estrangeira, que decidem morar juntas em São Paulo. Dentro do antigo e decadente apartamento herdado por Maria, elas vivem em conflito. Elas têm histórias e culturas diferentes que provocam pequenos atritos constantes e comuns a qualquer relação já desgastada pelo tempo. Em meio a esse ambiente conflituoso, a violência e o terror batem à sua porta invadindo o seu lar. Elas, então, se vêm obrigadas a enfrentar agressões físicas e psicológicas de algum homofóbico do prédio que se torna um inimigo invisível e constantemente presente. Num clima de suspense e desconfiança elas têm que lidar com a impunidade da justiça brasileira, com uma mãe que as considera um mau exemplo, com um padre que as tenta convencer de que são grandes pecadoras, com uma síndica que nada pode fazer e com suas angústias pessoais.

A peça coloca em xeque os protocolos sociais, a justiça, a religião e nosso lugar pessoal dentro das questões públicas.



FICHA TÉCNICA
DIREÇÃO


José Roberto Jardim iniciou seu treinamento artístico em 1989 praticando Ópera de Pequim. Treinou Movimentação de Armas Cênicas em 1991 na University of Pequim. Participou três vezes do Shaolin Festival em ZhengZhou, China, ganhando o primeiro prêmio em performances nos anos de 1991, 1993, 1995. Trabalhou como Diretor de Movimento e Coreógrafo em diversos espetáculos teatrais, vídeos e comercias para a televisão. Em 1997 ingressou na Escola de Arte Dramática da USP (EAD-USP). Em 2001 entra para a companhia teatral Os Fofos Encenam. Dirige sua produtora, O Encontro das Águas Produções Artísticas, que realiza suas produções cinematográficas e teatrais desde 2005.


Direção teatro

ABERDEEN, Um Possível Kurt Cobain Espetáculo Teatral, 2012. Texto de Sérgio Roveri.

Qualquer Dia com Você, Comigo, com Qualquer Um Espetáculo Teatral, 2012. Texto de Sérgio Roveri. (Satyrianas 2012)

Ciclo: Dramaturgias Urgentes – CCBB Leituras encenadas de 4 textos: “A Cigarra e a Formiga”, “Dona Adélia”, “Nem tudo são flores” e “Projeto São Lourenço”, 2012.

Assistência de direção teatro

Terra de Santo Assistência de Direção para Newton Moreno, 2012. Memória da Cana Assistência de Direção para Newton Moreno, 2009.

Direção cinema

Uma Mulher – Longa Metragem, 2009. (Roteiro e Direção) *(Inédito)*

Alegria - Curta Metragem, 2010. (Roteiro e Direção)

EXU – Curta metragem, 2009. (Direção)

O Artista da Triste Figura – Curta Metragem, 2008. (Roteiro e Direção)




DRAMATURGIA

Michelle Ferreira é atriz, dramaturga e roteirista. Formou-se em 2005 pela Escola de Arte Dramática da USP (EAD) e em Produção Audiovisual pela FMU, além de também ter cursado a Faculdade de Ciências Sociais da USP (FFLCH). Foi bolsista de direção e dramaturgia do projeto “Geografia da Palavra”, coordenado por Antonio Abujamra e estudou criação de séries dramáticas e sitcoms com Ricardo Tiezzi e Newton Cannito. Integra o Núcleo de Dramaturgia do CPT, com coordenação de Antunes Filho, desde 2003 e lá escreveu as peças “Urubu Comum”, “Terras dos Outros Felizes”, “Minha avó e as substâncias tóxicas” e “Sit Down Drama”. Como roteirista, destacam-se a série cômica para TV e internet “O Espírito da Coisa”, na qual também é diretora, e o longa metragem “Tardes Livres” com direção de Renato Chiappetta. Já teve montagens do monólogo “Como ser uma pessoa pior” (2011), interpretado por Lulu Pavarin e dirigido por Mario Bortolotto e da peça “Estudo Hamlet.com” (2011), direção de Cacá Carvalho para o Núcleo Experimental do SESI Paulista. Por duas vezes foi finalista do concurso “Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia Antônio José da Silva” (em parceria com a FUNARTE): em 2009, com a peça “Reality Final” e em 2011 com “Tem Alguém que nos Odeia”, peça objeto deste projeto.


CENOGRAFIA

Pedro Henrique Moutinho é bacharel em Artes Plásticas desde 2002, formado pela FAAP. Participou de diversas exposições. A mais recente “Arte Para Todos”, mostra que substituiu a Paralela da Bienal, ocorreu no Liceu de Artes e Ofícios. Atualmente desenvolve um trabalho com observação de modelos vivas que expõe em seu blog www.phdesenha.blogspot.com . Como cenógrafo realizou os cenários da peças “Artaud Caligari” com direção de Ernane Sanchez, “O Segredo do Miolo” com direção de Fábio Marcoff e “Qualquer dia, Com Você, Comigo, Com Qualquer Um”, direção de José Roberto Jardim de Sérgio Roveri. Formou-se também como ator pelo Célia Helena e estreou em “Rei Lear” protagonizado por Raul Cortez. Em seguida, participou dos espetáculos “Apocalipse 1,11” do Teatro da Vertigem e “Os Que Têm a Hora Marcada” com direção de Nelson Baskerville. Atuou ao lado de Gianfrancesco Guarnieri em seu último espetáculo, “Pequeno Livro das Páginas em Branco”. Em “O Encontro das Águas” de Sérgio Roveri, foi dirigido por Alberto Guzik. Atuou também em “Tristão e Isolda” de Vladimir Capella. Com Gabriel Villela, já fez “Salmo 91”, “Calígula” e “Vestido de Noiva”.

ELENCO E PRODUÇÃO

Ana Paula Grande é Bacharel em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela faculdade IESB, pratica as artes cênicas desde seus 10 anos de idade. Em Brasília, onde iniciou seus estudos, fez parte do grupo teatral Mais Companhia, onde atuava e produzia. Mudou-se para São Paulo em 2005 para aprofundar seus estudos de interpretação e produção cultural. Na capital paulista, participou como atriz de 7 espetáculos teatrais. Entre eles, pode-se destacar “Preso na Rede” com direção de Zé Renato apresentado no teatro Popular do SESI, “Sítio do Pica Pau Amarelo – o musical” com direção de Roberto Talma e produção de Sandro Chaim apresentado no teatro Procópio Ferreira em São Paulo e em turnê pelo Brasil e , por fim, o espetáculo “Gorda” com direção do argentino Daniel Veronese e texto do inglês Neil Labute apresentado também no Teatro Procópio Ferreira em São Paulo. Como produtora cultural, trabalhou na agência Doors onde criava e aprovava projetos de artes cênicas e angariava patrocinadores aos mesmos.Bruna Anauate formou-se em Comunicação Social na ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketingem 2003. Trabalhou nessa área durante alguns anos até optar pela sua outra paixão: o teatro. Fez teatro amador por 5 anos no “Grupo de Teatro ESPM” onde também foi produtora por 2 anos angariando parcerias junto às instituições da própria faculdade e atuando em todas as etapas de produção dos espetáculos. Em 2004 cursou um ano da escola técnica para atores INDAC e depois saiu para realizar cursos variados como a oficina de “Teatro Dança” ministrada por Sandro Borelli e Fábio Mazzoni que resultou no espetáculo “Wotan” exibido no SESC Consolação em 2007. No ano seguinte passou a integrar o CPT – Centro de Pesquisa Teatral, sob direção de Antunes Filho. No CPT recebeu uma formação de 4 anos feita através de pesquisas da linguagem teatral, dramatúrgica e filosófica. Sob a direção de Antunes Filho protagonizou “A Falecida Vapt-Vupt” (2009/2010) com turnê no Brasil e em Portugal, e atuou em “Policarpo Quaresma” (2010/2011).

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CONTATOS:
ANA PAULA GRANDE
(11) 98433-8273

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