Haddad e seu plano de políticas públicas para a população LGBT

Veja o plano de políticas públicas para LGBT do Haddad.

Quem está fazendo o do Serra? Malafaia? Cruzes!

Lembrando que o Serra já fez coisas muito boas pelos LGBTs, mas depois que ele se juntou com o Malafaia, inclusive aos beijos em público, não tenho mais condições de confiar que ele vá manter coerência com seu passado, uma vez que sua corrida eleitoral presente já não faz jus àquele mesmo passado.

Não há santos nessas eleições (e existem em algum lugar???). Apesar disso, ainda prefiro alguém que não "beija o Malafaia como se beijasse a mão do Papa na Idade Média." Tudo o que há é somente os mais (Serra) ou os menos (Haddad) comprometidos com a canalha fundamentalista. Infelizmente, tudo tem estado pobre assim...

Por isso, e só por isso, é que prefiro Haddad em São Paulo. Serra já foi melhor, mas depois de sua aliança com o Malacheia... não dá mais mesmo.

Sergio Viula





Enviado por Julian Rodrigues
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Segue o que consta do Plano de Governo do Candidato Fernando Haddad para a população LGBT.

Para ter acesso ao inteiro teor deste plano basta ir ao site


http://www.dmptsp.org.br/secretarias/presidencia/2448-pdf-plano-de-governo-haddad-prefeito-2012.html e fazer o download do arquivo em PDF.


Direito à Diversidade Sexual


O governo Haddad colocará em prática o Plano Municipal de Combate à Homofobia, elaborado nas Conferências Municipais de 2008 e 2011, e que até hoje não saiu do papel, englobando os seguintes eixos:

A) Saúde – sensibilizar e capacitar os profissionais de saúde para o atendimento humanizado e respeitoso dos indivíduos LGBTs;

B) educação – realizar formação continuada dos profissionais da rede municipal de ensino e desenvolver campanhas pela convivência pacífica com as diferenças junto aos estudantes e suas famílias;


C) Segurança – orientar e capacitar a Guarda Civil Municipal e a Polícia Militar para o tratamento igualitário de todo e qualquer - 102 -cidadão, com o devido respeito exigido por lei, inclusive os LGBTs e outras populações marginalizadas, na perspectiva da plenitude dos direitos Humanos;

D) Cultura – abrir os equipamentos municipais de cultura à produção cultural da comunidade LGBT para que a mesma possa expressar com liberdade sua maneira de ser e sua dignidade;

E) nome social - tornar obrigatório o uso do nome social de travestis e transexuais nos serviços públicos de atendimento cotidiano pois é com ele que a pessoa se identifica;

F) Criar Centros de referência e Combate à Homofobia em todas as regiões de São Paulo. este equipamento social será implementado de forma articulada com outros serviços de combate às desigualdades e contará com: (1) advogados que providenciem processos de criminalização das situações de discriminação e violação de direitos; (2) psicólogos que auxiliem as vítimas de preconceito; (3) assistentes sociais que orientem e encaminhem LGBTs em situação de vulnerabilidade social aos serviços de atenção e proteção que os ajudem a retomar sua vida com dignidade;

G) dotar a Coordenadoria da diversidade Sexual (CadS) de recursos humanos, materiais e orçamentários para cumprir sua missão de articular as políticas públicas que atendem diretamente a população LGBT;  implantar uma unidade móvel, subordinada ao CadS, para divulgar e promover os direitos e da cidadania LGBT em São Paulo;

H) ampliar, detalhar e analisar o mapeamento de ocorrências homofóbicas no âmbito do município;

I) fortalecer o Conselho Municipal LGBT revendo suas atribuições, composição e forma de eleição para que seja efetivamente representativo da comunidade.

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