Obama se irrita com silêncio republicano e defende gays


Obama se irrita com silêncio republicano e defende gays

Publicada em 02/10/2011 às 17h51m
O Globo
Obama discursa durante o evento / AP


WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos Barack Obama criticou os pré-candidatos do Partido Republicano à presidência por ficarem calados quando uma multidão começou a debochar de um soldado gay, que, em vídeo, fez uma pergunta a eles durante encontro do partido no último dia 22 de setembro.

Combativo, Obama disse que qualquer um que queira ser comandante em chefe das Forças Armadas deve apoiar todo o exército dos Estados Unidos, incluindo os membros homossexuais em serviço.

- Querem ser comandantes em chefe? Podem começar por defender homens e mulheres que usam o uniforme dos Estados Unidos, mesmo quando não seja politicamente conveniente - discursou durante jantar, na noite de sábado, no Conselho de Direitos Humanos, a maior organização defensora dos homossexuais no país.


Em referência ao deboche no encontro republicano, acrescentou: 


- Não podemos ficar calados quando acontece algo do gênero.
Obama promoveu esforços em seu governo para derrubar a proibição militar de ter em suas filas membros assumidamente homossexuais, assim como impediu o Departamento de Justiça de aplicar uma lei que definia o matrimônio como a união entre homem e mulher. No entanto, não apoiou abertamente, como se esperava, o casamento homossexual, limitando-se a dizer que "cada americano merece ser tratado com igualdade perante a lei".


O presidente dos Estados Unidos disse que seus pontos de vista sobre o matrimônio gay estão "evoluindo", mas que, por enquanto, apenas apóia a união civil. Sua posição se transformou em um ponto alto dos ativistas dos direitos homossexuais, que, de qualquer maneira, estão satisfeitos com a direção que o presidente tem dado a assuntos importantes para eles.


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