Videos do MEC para combater a homofobia nas escolas. Veja por quê os homofóbicos estão perdendo o sono.

Três videos que fazem parte do projeto Escola sem Homofobia. Belos e devidamente aprovados pelas principais organizações voltadas para a educação, a psicologia, o bem-estar da criança e do adolescente. Veja você mesmo e perceba que só podem dizer as tolices que dizem certos parlamentares evangélicos aqueles que, como eles, nutrem uma visão fanática e alienada do mundo e do ser humano.






UNESCO DIZ QUE VÍDEOS DO MEC
SÃO ''ADEQUADOS''


Para órgão da ONU, material atende às faixas etárias a que se destina

DE BRASÍLIA



A Unesco (órgão da ONU para a Educação) considerou "adequados" os três vídeos do chamado kit anti-homofobia do Ministério da Educação, que vem provocando polêmica no Congresso.



"O material do projeto Escola sem Homofobia está adequado às faixas etárias e de desenvolvimento afetivo-cognitivo a que se destina", afirma a organização.



O parecer foi elaborado com base em um documento chamado Orientação Técnica Internacional sobre Educação em Sexualidade, publicado pela Unesco em 2010.



Os vídeos foram enviados para a avaliação pela ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).



Trata-se de versão preliminar do material, divulgada para a imprensa em janeiro, e que foi parar na internet. A versão final está pronta, nas mãos do MEC, desde ontem.



"Estamos certos de que esse material contribuirá para a redução do estigma e da discriminação, bem como para promover uma escola mais equânime e de qualidade", afirma a organização.



O documento foi assinado pelo representante da Unesco no Brasil, Vincent Defourny, em fevereiro.



Para o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), o parecer da Unesco é uma prova de que os vídeos não trazem cenas inadequadas. "Não há nada de pornográfico."



Segundo ele, os vídeos seriam aplicados inicialmente apenas para um universo de 6.000 escolas, locais onde foi feita uma pesquisa e foi identificado comportamento homofóbico entre os alunos.



Ele também lembrou que os vídeos poderão ser aplicados apenas com a supervisão de professores.



Fonte: Folha de São Paulo (SP)

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